Palestra e debate do movimento Minha Floripa contou com participação e informações do Observatório da Mobilidade

25/07/2016 17:24
22072016 Debate Minha Floripa

Imagem: Divulgação – Observatório da Mobilidade Urbana | UFSC

Com objetivo de criar a uma cultura participativa da comunidade, O Movimento Minha o Floripa reuniu cerca de 50 participantes, entre ativistas e estudantes, em evento que contou com a participação do coordenador do Observatório da Mobilidade e professor no departamento de Automação, Werner Kraus Jr. A série de debates Construindo Pontes, teve início na quinta-feira, 21/07, no auditório Teixeirão, da Engenharia Elétrica, no Centro Tecnológico [CTC | UFSC], com debate que abordou questões chave da Mobilidade Urbana da Capital.

Para Werner, o movimento Minha Floripa está se estruturando para ter uma voz forte na sociedade, fortalecendo a participação social. “É importante para o Observatório da Mobilidade Urbana ter a oportunidade de dialogar com movimentos como o Minha Floripa. Os objetivos são os mesmos: uma cidade metropolitana sustentável, com menos automóveis, com um ir e vir muito mais tranquilo e ambientalmente correto baseado no transporte ativo (caminhadas, bicicletas) e no transporte coletivo. Participar hoje foi uma oportunidade para debater os temas do projeto NeoTrans, cuja premissa é a valorização do usuário do transporte coletivo, construindo propostas através da participação social para que se tenha uma política de mobilidade sustentável para a cidade. O debate foi esclarecedor para todos, com relatos interessantes de experiências e questões excelentes trazidas pelos participantes. É disso que precisamos cada vez mais nessa cidade metropolitana: participação social para concretização de propostas consistentes de transporte e mobilidade”, define.

22072016 Debate Minha Floripa22072016 Debate Minha Floripa

Encontro reúne equipes do IPUF, da SUDERF e do Observatório da Mobilidade

22/07/2016 19:56
Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação | Observatório da Mobilidade Urbana UFSC

Na manhã desta quinta feira, 21/07, as equipes técnicas do IPUF, da SUDERF e do Observatório da Mobilidade Urbana da UFSC, reuniram-se para avaliar soluções tecnicamente adequadas à implantação do novo sistema de transporte coletivo de Florianópolis, visando uma maior integração metropolitana. O encontro contou com as participações da superintendente do #IPUF, Vanessa Pereira, do superintendente da #SUDERF, Cássio Taniguchi e do consultor a associado do #Observatório, Célio Sztoltz, além do acompanhamento de técnicos e especialistas dos referidos órgãos.

Cássio Taniguchi ressaltou a importância de uma maior integração entre os municípios que compõem a região metropolitana, principalmente nesse momento em que se está discutindo o Plano Diretor.

– “Para que as diretrizes de mobilidade que abrangem a Região Metropolitana incluam também a Capital, é muito importante discutirmos alguns eixos. Por exemplo, o Continente vai passar a ser o suporte físico de um sistema auxiliar de #BRT e esse processo deve estar previsto no Plano Diretor em termos de zoneamento e de uso do solo ao longo desses eixos. Desta forma poderão ser definitivamente considerados como eixos de transportes.

Célio Sztoltz explica que o Observatório veio buscar formas de contribuir com o IPUF na elaboração do Plano Diretor, no que tange às questões de mobilidade urbana: “Estamos propondo auxiliar na avaliação de alguns cenários de crescimento urbano, na busca de orientar o desenvolvimento da cidade em torno do transporte sustentável.”

Estiveram também presentes ao encontro os professores da Universidade Federal e membros do Observatório da Mobilidade, Dora Orth, Lenise Grando e Roberto de Oliveira, além do engenheiro Carlos Eduardo – Calica do IPUF e do engenheiro Aloisio Pereira da Silva, da SUDERF, entre outros.

#regiaometropolitana #transportecoletivo #planodiretor

Observatório da Mobilidade Urbana da UFSC debate com professores de universidade portuguesa

18/07/2016 13:10
1Da esquerda para a direita: Prof. Werner Kraus Jr., Prof. Fernando Nunes da Silva, Prof. Jorge Gonçalves, Prof. Acires Dias, Profa. Dora Orth, Profa. Lenise Goldner, Geruza Kretzer, Célio Sztoltz, Eduardo Leite de Souza e Guilherme Carvalho e Prof. Roberto de Oliveira.

Da esquerda para a direita: Prof. Werner Kraus Jr., Prof. Fernando Nunes da Silva, Prof. Jorge Gonçalves, Prof. Acires Dias, Profa. Dora Orth, Profa. Lenise Goldner, Geruza Kretzer, Célio Sztoltz, Eduardo Leite de Souza e Guilherme Carvalho e Prof. Roberto de Oliveira.

Nesta quarta-feira, 13 de julho, o Observatório da Mobilidade Urbana da UFSC promoveu, em conjunto com professor Acires Dias (EMC/UFSC), associado à Rede Universitária Iberoamericana de Técnicas Municipais (RUITEM), uma tarde de palestras e debate sobre Mobilidade Metropolitana, com a participação de professores do Instituto Superior Técnico de Lisboa (IST), Portugal. Fernando Nunes da Silva e Jorge Gonçalves expuseram suas pesquisas e experiências práticas na busca de soluções para a mobilidade urbana em âmbito metropolitano, a partir de suas vivências em Portugal, com foco no caso da capital, Lisboa. As apresentações foram seguidas por debate sobre os desafios e possíveis soluções para o planejamento e a gestão integrada da Mobilidade Urbana na região da Grande Florianópolis.

As palestras e o debate foram abertos ao público e ocorreram no Auditório do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Estiveram presentes cerca de 50 participantes, entre representantes da Superintendência de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Grande Florianópolis (SUDERF), do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF), pesquisadores, professores e estudantes da UFSC e de outras universidades catarinenses e representantes comunitários, além de interessados na questão da mobilidade urbana. Entre os participantes estavam o superintendente da SUDERF, Cassio Taniguchi, o coordenador do Observatório, Werner Kraus Jr., o urbanista Emilio Merino Dominguez e o arquiteto Edson Cattoni, coordenador técnico do plano Diretor Participativo de São José.

O pesquisador associado do Observatório, Célio Sztoltz, destacou como objetivo do Seminário a troca de experiências acadêmicas e práticas sobre planejamento metropolitano nas regiões de Lisboa e Florianópolis.

Os aspectos comuns entre Florianópolis e Lisboa vão além do sistema viário, marcado pelo espaço  urbano cindido e conectado por uma ponte histórica. [Imagem superior: flickr.com/andreaferreira | Imagem inferior: flickr.com/yann07]

Os aspectos comuns entre Florianópolis e Lisboa vão além do sistema viário, marcado pelo espaço
urbano cindido e conectado por uma ponte histórica. [Imagem superior: flickr.com/andreaferreira | Imagem inferior: flickr.com/yann07]

Lisboa e Florianópolis: experiências semelhantes

Conhecer as experiências acadêmicas e práticas do planejamento urbano de Lisboa, que nas últimas décadas passou por uma mudança de ótica na implantação de projetos, foi o foco das palestras e discussões. Segundo explicou Fernando Nunes da Silva, as novas intervenções na cidade tiveram sua origem a partir do plano diretor participativo municipal, cujos objetivos foram amplamente debatidos pela sociedade civil, ao longo de 2012. Para Nunes da Silva, Lisboa e Florianópolis apresentam algumas similaridades, como a ligação da Ilha ao Continente, comparável à ligação entre a Margem Norte e a Margem Sul de Lisboa. De fato há, em ambas as cidades, uma grande dependência da periferia ao centro, gerando movimentos pendulares volumosos em direção a um único ponto.

O professor ressalta que é preciso levar em conta as diferentes escalas, dimensões e aspectos culturais dos locais. Lisboa, por exemplo, conta com facilidades como o metrô, VLT, densa rede de ônibus e trem suburbano.

– “Em Lisboa nós temos o que aqui foi chamado de BRT nível 2. São 80 km de corredores reservados a ônibus e táxis. Nós concluímos os estudos técnicos de implantação na zona menos central da cidade de Lisboa, onde a rede de metrô ainda não chegou, um sistema de BRT que foi desenhado para suportar um VLT quando a cidade chegar lá e se densificar naquela zona. Em Florianópolis, com os níveis de demanda que estão trabalhando, o BRT responde muito bem”. Mas isso não é tudo, diz Nunes da Silva, “vejo também, como similitude, a dificuldade política da articulação a nível metropolitano. Nós lá temos dezoito municípios para articular. Isso tem aspectos muito interessantes que aqui estamos examinando.”

Participação popular

Outra afinidade entre as duas cidades, abordada no Seminário, foi a realização de um processo participativo na discussão e desenvolvimento de projetos de reforma urbana em Lisboa – que serviu inclusive de referência, em nossa região metropolitana, para a elaboração do plano diretor de São José, conforme depoimento do arquiteto Edson Cattoni. Segundo o professor Jorge Gonçalves, tanto no plano de mobilidade urbana quanto no plano diretor municipal de Lisboa, procurou-se desenvolver a ideia não só de participação, mas de comprometimento público, que significa envolver as pessoas nas definições dos problemas e na construção das soluções.

– “A sociedade civil é muito diversa e tem muitos interesses, e compete ao município compatibilizar esses interesses. A decisão política é fundamental como representante do coletivo”, afirma Gonçalves.

O consultor na área do urbanismo, assessor em diversos municipios de diferentes países e palestrante Emílio Merino, defendeu a importância e o papel do Observatório da Mobilidade Urbana da UFSC, mostrando que a universidade não está desvinculada da realidade das cidades onde está inserida. Merino reforçou “a contribuição que vem sendo proporcionada pelos estudos, pesquisas, palestras e discussões, promovidos pelo Observatório, que são enriquecidos por suas experiências técnicas, metodológicas e de interface entre as diferentes esferas da sociedade civil organizada.”

Biblioteca do Observatório: Baixe as apresentações realizadas neste evento, em versão PDF

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Palestras e debate sobre mobilidade metropolitana

12/07/2016 15:50


O Observatório da Mobilidade da UFSC
 está realizando palestras, ministradas por dois professores portugueses, do Instituto Superior Técnico de Lisboa (IST), Fernando Nunes da Silva e Jorge Gonçalves. No evento serão expostos temas de pesquisa e experiências práticas de ambos na busca de soluções para a mobilidade urbana em âmbito metropolitano, a partir de suas vivências em Portugal. Após as apresentações, haverá um debate sobre os desafios e possíveis soluções para o planejamento e a gestão integrada da Mobilidade Urbana na região da Grande Florianópolis. O evento será nesta quarta-feira, 13 de julho, às 14h, no auditório do Curso de Arquitetura e Urbanismo.

 

Informações: observatoriomobilidade@gmail.com.

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Observatório da Mobilidade Urbana da UFSC debate propostas e pesquisas durante seminário

07/07/2016 05:25

O Seminário de Alinhamento Técnico do Projeto NeoTrans reuniu cerca de 50 pessoas na tarde desta quinta-feira, 30 de junho, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Com a sala lotada, membros do Observatório da Mobilidade Urbana da UFSC apresentaram propostas e resultados parciais das pesquisas que estão sendo realizadas pela equipe do projeto.

Participaram do debate representantes da prefeitura de Florianópolis e da Superintendência de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Grande Florianópolis (SUDERF), além de professores da UFSC, consultores da área de mobilidade urbana e estudantes de graduação e pós graduação.

O Seminário de Alinhamento Técnico do Projeto NeoTrans.

– “Fizemos esse seminário para alinhar os temas que vêm sendo tratados no projeto NeoTrans, além de testar as ideias e buscar as impressões das pessoas a respeito do que estamos pensando e elaborando”, diz Werner Kraus Jr., coordenador do Observatório da Mobilidade Urbana da UFSC.

Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das entrevistas e contagens relacionadas ao transporte coletivo e à circulação de pedestres e ciclistas, realizadas pelos pesquisadores do Observatório. As pesquisas servirão para complementar os estudos do PLAMUS – Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis e assim auxiliar o projeto NeoTrans a desenvolver um sistema completo de novas linhas de ônibus para Região Metropolitana de Florianópolis (RMF).

– “O projeto NeoTrans trata de temas como a implantação do BRT, mas não só isso. Também abordamos faixas exclusivas para ônibus, serviços locais de ônibus, serviços intermunicipais que utilizam o sistema viário comum sem segregação nas vias, e também a relação do sistema de transporte coletivo com o pedestre, ciclista e outros meios de transporte”, diz Célio Sztoltz, pesquisador associado do Observatório.

O Seminário de Alinhamento Técnico do Projeto NeoTrans.

Werner afirma que o Observatório pretende realizar mais reuniões abertas e seminários, com objetivo de colher informações e impressões das pessoas a respeito do projeto NeoTrans, “afinal de contas, são elas que esse sistema tem que atender” diz o coordenador. Para Agosto está previsto um seminário mais aprofundado no qual serão apresentados os resultados finais das pesquisas, além de uma preliminar do projeto do novo sistema de linhas de ônibus da região metropolitana.

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